quinta-feira, 29 de julho de 2010

O Destino do Óleo de cozinha








Você sabia que um litro de óleo pode contaminar até um milhão de litros de água?


O problema surge quando se pensa em descartar o óleo. Jogo fora na pia? Na descarga do vaso sanitário? No bueiro da minha rua? Não!
Muita gente não sabe, mas o descarte em local indevido do óleo de cozinha pode gerar graves consequências para o meio ambiente. Solo, água e ar podem acabar contaminados devido a um simples gesto corriqueiro em nossa cozinha.

Prejuízos do óleo de fritura ao meio ambiente:

  • Impermeabilização do solo, contribuindo para aumento de enchentes;
  • Prejuízo à oxigenação e iluminação da água dos rios, causando danos à fauna aquática;
  • Mau cheiro e poluição;
  • Provoca o entupimento das tubulações nas redes de esgoto, aumentando em até 45% os custos de tratamento.
Mas o que fazer então? A melhor alternativa é procurar alguma empresa ou entidade que reaproveite o produto. Nesse caso, basta armazenar o óleo já frio em uma garrafa PET ou qualquer outro frasco com tampa e fazer a doação. Não é necessário coar.
Esse óleo usado é transformado em resina para tintas, sabão, detergente, glicerina, ração para animais, biodiesel, produtos de agropecuária e matéria-prima para fabricação de outros produtos.

Veja os locais mais próximos na sua cidade para a coleta do óleo de cozinha: Postos de Coleta

Ou então faça seu próprio sabão a partir do óleo de cozinha usado no dia-a-dia.

Receita para fazer sabão a partir do óleo de cozinha:
  • 5 litros de óleo de cozinha usado;
  • 2 litros de água;
  • 200 mililitros de amaciante;
  • 1 quilo de soda cáustica em escama.


Preparo:


Colocar, com cuidado, a soda em escamas no fundo de um balde. Em seguida, adicionar a água fervendo e mexer até diluir a soda. Acrescentar o óleo e mexer. Misturar bem o amaciante. Jogar a mistura numa fôrma e cortar as barras de sabão somente no dia seguinte.




IMPORTANTE: A soda cáustica pode causar queimaduras, ao dissolvê-la, use luvas e óculos de proteção para evitar acidentes.
Faça o sabão longe de crianças e em ambiente ventilado.


A participação de cada um é muito importante para isso! O Meio Ambiente e as futuras Gerações agradecem!



fonte: http://autossustentavel.blogspot.com/

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Conheça alguns tubarões encontrados no Brasil.



Diversidade:
Existem cerca de 400 espécies de tubarão, mais somente 18 representam perigo para o homem. Conheça alguns tubarões encontrados no Brasil.

Tubarão-branco
Essa espécie é a maior (7 metros) e a mais feroz. Aparece no Pacífico, no litoral australiano e no oceano Índico. Prefere as águas da zona temperada.

Cabeça-chata
É muito comum no litoral de Pernambuco. Pode pesar até 230kg e medir 3m. O cabeça-chata é capaz de procurar suas presas até dentro de rios.

Tubarão-tigre ou tintureira
Essa espécie e o cabeça-chata são responsáveis pela maioria dos ataques no Brasil. O tubarão-tigre é um solitário, não costuma nadar em cardumes.

Tubarão-azul
Essa espécie nada lentamente e em grupo. Prefere as águas profundas. Acompanha navios para aproveitar os restos de comida que são jogadas no mar.

Tubarão-martelo
Antes da idade adulta, nada em grandes cardumes. É muito temido na Austrália e nos Estados Unidos. Tem a cabeça em forma de martelo, daí o seu nome.


segunda-feira, 26 de julho de 2010

Inovação verde

Pode até parecer estranho, mas é no mínimo uma tentativa interessante de colaborar com o meio ambiente…

portland-verticalgarden
A foto mostra como vai ficar o Wyatt, prédio federal de Portland nos EUA, depois de uma “reforma verde”. Será a transformação da selva de pedras? 

Embarcação feita de garrafas plásticas completa sua viagem de 13.000 quilômetros

Embarcação feita de garrafas plásticas completa sua viagem de 13.000 quilômetros




O Plastiki, uma embarcação de 18 metros cuja sustentação na água vem de 12.000 garrafas plásticas de dois litros, chegou ao Porto de Sydney hoje, completando sua viagem de 130 dias e 13.000 quilômetros, tendo partido de San Francisco.
O barco, que zarpou justamente para promover a conscientização sobre a quantidade de lixo plástico boiando no oceano, foi capitaneado pelo ambientalista e aventureiro britânico David de Rothschild.


As garrafas reaproveitadas são responsáveis por 80% da flutuabilidade do Plastiki, mas são apenas um os componentes do seu design sustentável. A carcaça do barco é construída com plástico reciclável, o mastro é de aluminínio regenerado e a vela foi feita à mão com tecido reciclado. O projeto ainda incorpora painéis solares, turbinas de vento, geradores-bicicleta, um jardim hidropônico e sistema de gerenciamento de dejetos com "tecnologia de evaporação para redução de peso". Isso é que é dedicação.