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sábado, 25 de fevereiro de 2012

Reservas naturais itinerantes podem salvar espécies de extinção




Cientistas norte-americanos divulgaram que as áreas de preservação dos oceanos, onde a caça e a pesca não são permitidas, precisam ser móveis para proteger as espéciesmarinhas. A ideia de que apenas áreas fixas de preservação no oceano podem ser criadas está ultrapassada e não reflete o comportamento dinâmico de algumas criaturas marinhas, segundo membros da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos.
“Menos de 1% do oceano está protegido atualmente e esses parques marinhos tendem a ser determinados ao redor de objetos que ficam parados, como recifes de coral ou montanhas marinhas”, disse o professor Larry Crowder, diretor científico do Centro para Soluções Oceânicas da Universidade de Stanford.
“Mas, estudos com rastreamento mostraram que muitos organismos – peixes, mamíferos marinhos, tartarugas marinhas, aves marinhas e tubarões – respondem a traços oceanográficos que não têm um ponto fixo”, acrescentou. Crowder e outros cientistas ressaltaram que o desafio agora é tentar determinar um sistema de reservas marinhas que seja tão dinâmico quanto as criaturas que se tenta proteger.
Pesquisas mostraram como as espécies marinhas respondem a correntes e caminhos nas águas e como as criaturas seguem os nutrientes e as redes alimentares que são levadas por esses eventos pelo oceano. Esses eventos são móveis, mudam de posição e, para Crowder, as reservas marinhas do futuro precisam refletir essas características.
A implementação de áreas marinhas protegidas tem sido uma luta dos conservacionistas e muitos dos envolvidos poderão hesitar diante da ideia de reservas definidas por outros fatores que não sejam coordenados em mapas marinhos. Crowder garante que essa nova proposta é realista.
“Além de saber onde os animais estão indo e como eles respondem às características oceânicas, também sabemos muito mais onde os pescadores estão. Os pescadores têm um GPS muito preciso. Então não acho que está fora das possibilidades fazer com que os pescadores obedeçam à fronteira de uma reserva móvel”, disse.
A nova proposta foi apresentada pelos cientistas na reunião anual da Associação Americana para o Avanço da Ciência, em Vancouver, no Canadá. Segundo eles, o enorme volume de dados levantados com o rastreamento de criaturas marinhas levou à conclusão de que as reservas precisam ser itinerantes.
21/2/2012 14:25,  Por Redação, com ABr - de Brasília

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Moratória da pesca de Tubarões

O Instituto Sea Shepherd Brasil é a favor da moratória da pesca de todas as espécies de tubarões ocorrentes na costa brasileira por no mínimo 20 anos.







O mar não está para peixe. A crise mundial da Pesca: práticas predatórias e desrespeito ao manejo vêm reduzindo as populações de espécies nobres de peixe.

Preso pela rede, um tubarão-raposa no golfo da Califórnia, no México, é um dos estimados 40 milhões de tubarões mortos todo ano para a extração das barbatanas, e parte da terrível captura global de peixes: quase 100 milhões de toneladas

Os oceanos estão em apuros. Do extremo norte do mar da Groenlândia aos vagalhões gelados do círculo antártico, estamos limpando os peixes de nossos mares. De 1900 até hoje, pode ter havido um declínio de quase 90% em muitas espécies, e o problema só se agrava. Super-redes de arrasto varrem os recifes. Países violam as leis. Cotas de pesca não são respeitadas.
A crise anuncia-se na mesa vazia de uma família no Senegal, na queda do número de alunos em uma escola elementar de um povoado costeiro, no cardápio dos restaurantes e na esteira de pescado inaproveitado e lançado à deriva. Nas três histórias a seguir, comparamos os prejuízos líquidos com os magros lucros. Primeiro, a magnitude do problema, refletida no massacre do majestoso atum-azul. Depois, para compensar, o caso de uma reserva marinha na Nova Zelândia obstinadamente mantida por um biólogo que prega a necessidade de nova ética para o oceano: que ele seja visto não como um recurso natural a ser explorado, mas como uma comunidade pertencente a todos nós. Finalmente, a situação da pesca na extensa costa brasileira, em comunidades onde o declínio de espécies marinhas, como a lagosta, priva o povo de seu sustento e arrasa um modo de vida transmitido de geração a geração.
Não há nos mares deste planeta nenhum peixe mais magnífico que o atum-azul. Ele pode atingir 3,65 metros de comprimento, pesar até 680 quilos e viver por 30 anos. Apesar de todo esse tamanho, ele é um primor da hidrodinâmica, capaz de nadar a 40 quilômetros por hora e mergulhar a quase 1 quilômetro de profundidade.
Ele destoa da maioria dos outros peixes no sistema circulatório de sangue quente, que lhe permite viajar do Ártico aos trópicos. No passado, milhões de atuns-azuis migravam por toda a bacia do Atlântico e mar Mediterrâneo, e sua carne era importantíssima para os povos do mundo antigo, que pintavam sua imagem em cavernas e a cunhavam em moedas.
O atum-azul, também chamado de albacoraazul, tem outra qualidade extraordinária, e essa pode selar seu destino: a carne amanteigada de sua barriga, com generosas camadas de gordura, é considerada o mais fino sushi do mundo. Na década passada, uma frota pesqueira high-tech, guiada por aviões localizadores, perseguiu atunsazuis de uma ponta a outra do Mediterrâneo e capturou,muitas vezes ilegalmente, dezenas de milhares por ano.Os atuns-azuis são engordados em alto-mar em gaiolas, depois abatidos a tiros e cortados para os mercados de sushi e filé de atum do Japão, das Américas e da Europa. Tantos atuns-azuis são extraídos do Mediterrâneo que sua população corre o risco de extinção. Enquanto isso, as autoridades européias e norte-africanas pouco fazem para impedir a matança.
“Meu grande medo é que possa ser tarde demais”, diz o espanhol Sergi Tudela, biólogo marinho do WWF-Fundo Mundial para a Natureza à frente na luta para conter a pesca do atumazul.“ Tenho uma imagem muito vívida na mente: a migração de incontáveis bisões-americanos pelo oeste dos Estados Unidos no começo do século19. Era assim também com os atuns-azuis no Mediterrâneo: uma colossal migração de animais. E agora estamos vendo com o atum-azul o mesmo fenômeno ocorrido com o bisão-americano.”
O extermínio do atum-azul reflete todos os problemas hoje encontrados na pesca: a capacidade de abate multiplicada pela tecnologia, a suspeita rede de empresas internacionais que têm lucros estratosféricos, a negligência no manejo da pesca e na aplicação das leis e a indiferença dos consumidores à sorte do peixe que compram.
Os oceanos do mundo são uma sombra do que já foram. Com poucas e notáveis exceções, como a pesca bem administrada do Alasca, da Islândia e da Nova Zelândia, o número de peixes nos mares é uma fração do que era há um século.Os biólogos marinhos divergem quanto ao grau desse declínio.Alguns afirmam que os estoques de muitos peixes marinhos grandes diminuíram de 80% a 90%; outros apontam uma queda menor.Mas todos concordam que, em quase toda parte, há barcos demais atrás de peixes de menos.


por Fen Montaigne
Fonte: NATIONAL GEOGRAPHIC BRASIL



Você já viu um tubarão dentro de um ovo? Assista o vídeo!

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Um cardume de 420 tubarões-baleia avistado na península de Yucatán no sudeste do México


Um cardume de 420 tubarões-baleia avistado na península de Yucatán, no sudeste do México, em 2009, é a maior concentração da espécie já registrada, de acordo com um estudo.
Os tubarões-baleia são os maiores e mais pesados peixes do mundo – podem chegar a 12 metros de comprimento – e geralmente viajam sozinhos em busca de plânctons e pequenas presas, com as quais se alimentam.


No entanto, um número impressionante destes animais foi visto na costa leste de Yucatán, alimentando-se de ovos recém-colocados do peixe Bonito Pintado, abundante na região.
"Ver um grupo tão grande em um só lugar foi fenomenal – chegamos ao ponto em que não era possível navegar o barco pela água sem se preocupar com os peixes. Foi impressionante", disse Mike Maslanka, chefe do Departamento de Ciências da Nutrição do Instituto de Conservação Biológica Smithsonian, nos Estados Unidos, e co-autor do estudo.
Os tubarões foram capturados em imagens aéreas e se espalhavam, em elipse, por uma área de 18 quilômetros quadrados.
Mergulhadores também fotografaram os animais de perto, enquanto eles se alimentavam.
"Você não percebe quão grandes eles são até nadar ao lado deles", disse Maslanka.
Segundo o estudo, a reunião pode mostrar uma mudança nos hábitos dos animais, que costumam aparecer em menor número ao norte da península, onde a água tem mais plâncton.
A pesquisa, divulgada na publicação científica PLoS One, reuniu organizações conservacionistas do México e dos Estados Unidos.
A União Internacional pela Conservação da Natureza classificou o tubarão-baleia como espécie "vulnerável", em 2010.



Fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br



quinta-feira, 28 de julho de 2011

Entenda o porque dos ataques de tubarões em Recife - Pernambuco


Cerca de 50 ataques de tubarão nos últimos 12 anos ocorreram na capital de Pernambuco. A maioria foi feita pelo tubarão cabeça-chata, mas também há registros de ataques do tubarão-tigre. O que nos leva a perguntar: por que isso está acontecendo em Recife? 

O fato é que as espécies de tubarão que vivem perto da praia e que antes tinham comida à disposição agora não têm mais tanto alimento assim. Segundo os cientistas, isso aconteceu provavelmente por conta da construção do Porto de Suape. "Durante as obras, foi preciso destruir mangues e rios das redondezas", explica Otto Bismarck Gadig, professor da Universidade Estadual Paulista e especialista em tubarões. "Isso afetou o ecossistema de tal jeito que esses animais ficaram sem muita comida disponível e, também, sem lugar para ter seus filhotes."

Como nós, seres humanos, não fazemos parte da alimentação dos tubarões, os cientistas levantam duas hipóteses -- ainda não comprovadas -- para explicar os ataques registrados na capital de Pernambuco. "Imagina-se que, por terem dificuldade em encontrar comida, os tubarões possam estar atacando pessoas como uma nova opção de alimento", conta Otto Bismarck Gadig. "Outra explicação dada sugere que os tubarões atacam o homem porque o confundem com suas presas: peixes grandes, tartarugas marinhas, raias, focas etc. Isso, no entanto, também não está provado."
Em Recife, os ataques costumam ocorrer em um trecho de poucos quilômetros próximo ao porto de Suape. No entanto, você sabia que em muitos outros locais tubarões e seres humanos convivem harmoniosamente? Pois é! Quando o meio ambiente não sofre agressões e está equilibrado, os ataques não acontecem. 

"Em Recife, ocorre justamente o contrário: a natureza foi alterada e a vida marinha ficou escassa, sem muitos alimentos para os poucos grandes tubarões que nadam ali", explica Otto Bismarck Gadig. Na capital de Pernambuco, também há muita gente, o que aumenta a chance de uma delas ser atacada por um peixe desse tipo faminto.Entender as causas dos ataques de tubarão em Recife serve para mostrar que, nessa história, eles não são os grandes vilões. O aumento do número de casos não quer dizer que aumentou o número de indivíduos, portanto, matar os peixes não solucionaria o problema. É preciso mudar o modo como o homem vem lidando com a natureza para que banhistas, surfistas e tubarões possam aproveitar o mar tranqüilamente!

Tubarão cabeça-chata 
Nome científico: Carcharhinus leucas. 
Características: Tem o corpo cinza, a barriga branca e possui um focinho pequeno e largo. Mede até 3,5 metros. Sua primeira nadadeira dorsal é muito maior e mais pontuda do que a segunda.Hábitat: É encontrado perto da costa, mas vive tanto no mar quanto em águas doces. Esses animais já foram vistos até no Rio Amazonas. Alimentação: Come tartarugas marinhas, golfinhos e peixes, inclusive outros tubarões.

Tubarão tigre
Nome científico: Galeocerdo cuvieri.
Características: Pode atingir nove metros. Tem o corpo cinza, mas, quando filhote, seu corpo é coberto por manchas negras, por isso, é chamado popularmente de tubarão-tigre. É considerada uma das espécies mais agressivas. 
Hábitat: Vive em oceanos nas regiões temperadas e tropicais, tanto perto da costa quanto no mar aberto. Essa espécie é encontrada próximo de recifes de coral, baías e desembocaduras de rios. Alimentação: Come de tudo! Alimenta-se de peixes, tartarugas, caranguejos, moluscos, mamíferos, répteis. Para você ter uma idéia, já foram encontradas garrafas de plástico e latas de alumínio na barriga de um tubarão desse tipo!







sexta-feira, 22 de julho de 2011

Barco de pesca com 357 tubarões é encontrado nas Ilhas Galápagos

Parte de Galápagos, conjunto de ilhas que fica a 1.000 km de distância da costa do Equador (Foto: Rede Globo)

Prática criminosa foi divulgada nesta sexta-feira pelo governo do Equador.
Matança seria a maior dos últimos anos e 26 pessoas foram detidas.

Uma operação realizada nas Ilhas Galápagos, a 1.000 km da costa do Equador, encontrou em uma embarcação 357 tubarões que foram pescados ilegalmente na área protegida. A apreensão seria a maior dos últimos anos e teria ocorrido na última quarta-feira (20), porém, divulgada pelas autoridades do país apenas nesta sexta-feira (22).
De acordo com Rosa León, porta-voz do parque, durante a ação policial foram detidas 26 pessoas consideradas responsáveis pela matança, entre elas dois menores de idade. Os detidos poderão ser condenados à prisão, multas e confisco do navio e dos equipamentos de pesca.

Tubarão Raposa

Na pesca, o grupo utilizava o espinhel, um longo fio de nylon repleto de ganchos, prática proibida na reserva marinha. León afirmou que os tubarões estavam nos porões do navio equatoriano Fer Mary I quando foi interceptado pela polícia na última quarta-feira.
Foram encontrados 286 exemplares de tubarão-raposa, 22 animais do tipo azul, 40 espécimes de tubarão-de-Galápagos e outros seis tubarões-martelo.
A ilha de Galápagos é uma reserva marinha onde é proibida a captura e comercialização de espécies. O local é considerado patrimônio natural desde 1979.

Tubarão de Galápagos

Tubarão Martelo

Tubarão azul



Com informações da Associated Press (AP) e da EFE.

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Tubarão de 500 kg pula dentro de barco na África do Sul


Incidente ocorreu quando cientistas tentavam atrair tubarões brancos para fotografar barbatanas.



Um tubarão branco de 500 kg e três metros de comprimento conseguiu pular dentro de um barco de pesquisa na África do Sul, na última segunda-feira (18).
O fato ocorreu enquanto pesquisadores da vida marinha trabalhavam na cidade costeira de Mossel Bay, no sudeste do país, em um projeto que visa identificar tubarões brancos e analisar as populações da espécie na África do Sul.
A especialista de campo Dorien Schroder e outros seis tripulantes atiravam sardinhas ao mar para atrair tubarões e, desta forma, fazer fotos de suas barbatanas dorsais para identificar cada um deles e estimar quantos tubarões vivem na baía da região.




Geralmente, quando fazemos isto, um certo número de tubarões fica em volta do barco', disse à BBC Schroder, que faz pesquisas para a organização Oceans Research, como parte do Projeto Grande Tubarão Branco.
'Foi quando ouvi um barulho e, quando me virei, um grande tubarão branco estava no ar, logo acima de uma das minhas estagiárias.'
Schroder conta que, 'por sorte, a estagiária deu um passo em minha direção', e, devido a isso, o tubarão não caiu em cima dela.
'Mais tarde, ela me disse que pensou que eu saberia o que fazer, e por isso foi na minha direção.'
Ajuda
A pesquisadora agarrou a estagiária pela camiseta e a levou até outra parte do barco.
O tubarão, por sua vez, caiu e inicialmente ficou com metade do corpo dentro do barco. Mas, segundo Schroder, 'devido ao fato de os tubarões apenas de moverem para frente, ele entrou totalmente no barco'.
'E, claro, ele estava em pânico, não pensou que cairia no barco, (o tubarão) pensou que cairia na água. Então ele ficou se debatendo', disse.
'Todos os estagiários foram para outra parte do barco e nós esperamos o tubarão se acalmar para fazermos alguma coisa', afirmou.
No entanto, devido ao peso do tubarão, Dorien e os estagiários tiveram de pedir ajuda para tirá-lo do barco. Pelo rádio, a pesquisadora chamou outros dois cientistas da Oceans Research que estavam em terra, e um dos diretores da organização, Ryan Johnson, foi para o local.
'Nós recebemos um pedido de socorro pelo rádio, da Dorien, fomos até lá e, em quatro pessoas, esperávamos tirar o tubarão (do barco). Mas, quando chegamos lá e vimos a situação, percebemos que não ia ser assim: ele tinha três metros e 500 kg e queria morder', disse Johnson à BBC.
'Depois de algumas tentativas de jogar ele de volta ao mar, entramos em contato com as autoridades portuárias e pedimos ajuda (para tirar o tubarão do barco).'
O cientista afirma que deve ter sido uma 'experiência incrivelmente estressante para o tubarão' e diz que os cientistas tentaram jogar água no tubarão durante todo o tempo.
Segundo Johnson, depois de conseguir mais ajuda junto a um barco de pesca, o tubarão foi retirado do barco pela cauda, pendurado em cordas.
Desorientado
O diretor da Ocean Research diz que o tubarão estava desorientado e estressado devido à experiência dentro do barco.
'Devido ao estresse que ele passou, ele nadou pela baía, que era um lugar estranho para ele), e em direção à praia', afirma Johnson.
Os cientistas foram então para a água, a fim de tentar ajudar o tubarão a sair da praia. Depois de algumas tentativas sem sucesso, eles decidiram amarrar o animal em um dos barcos e levá-lo ao mar, onde ele foi solto.
Schroder disse à BBC que, depois do encontro com o grande tubarão, o barco já está de volta à água.
'Algumas coisas se quebraram, a fibra de vidro se rompeu quando o tubarão caiu lá, mas consertamos no mesmo dia e ele (o barco) já voltou para a água', disse.



Fonte: G1

domingo, 17 de julho de 2011

20 Benefícios dos Tubarões para a Humanidade


Do design de novos aviões ao impacto sobre a economia, os tubarões são mais úteis do que você imagina.

  1. Como são os mais antigos vertebrados que existem, os tubarões podem fornecer informações sobre a origem e a evolução de todas as espécies de seres vertebrados, incluindo os humanos.
  2. Os tubarões podem afetar as populações de moluscos, já que muitos deles consomem jamantas, arraias e outros predadores de vieiras, caranguejos e lagostas, entre outros. Quando os tubarões diminuem, os moluscos consumidos por muitas pessoas também começam a desaparecer.
  3. Tubarões equipados com câmeras fornecem dados importantes sobre locais perigosos. Em 2003, tubarões "filmaram" o local onde foram feitos testes nucleares no Oceano Pacífico.
  4. Os tubarões possuem um sistema imunológico altamente desenvolvido, e poucas espécies sofrem de câncer ou outras doenças. Se os pesquisadores conseguirem desvendar os seus processos de defesa, um dia os tubarões serão a chave de tratamentos preventivos e até mesmo da cura de muitas doenças letais para o homem.
  5. As barbatanas dos tubarões e os focinhos dos tubarões-martelo inspiraram adaptações high-techem asas de aviões e fuselagem de jatos. O Centro de Pesquisa Langley conduz estudos intensivos sobre tubarões, baleias e gaivotas para potenciais aplicações no design de aeronaves.
  6. Certos tubarões que filtram seu alimento, como o tubarão-peregrino, consumem grandes quantidades de zooplâncton, como os copépodes e o krill. Alguns especialistas acreditam que eles ajudam a "limpar" a água e evitar proliferações prejudiciais de algas, como a maré vermelha.
  7. Os cientistas estão estudando certos compostos anticoagulantes presentes no sangue dos tubarões para possíveis aplicações em doenças cardíacas.
  8. Os tubarões possuem a maior sensibilidade elétrica entre todas as criaturas da Terra. Já que a detecção de campos magnéticos pode auxiliar a orientação e a navegação, pesquisas futuras sobre os órgãos eletroreceptores dos tubarões podem levar ao aprimoramento dos sistemas de navegação de carros, aviões e navios.
  9. Pesquisadores e estudantes aprendem muito sobre a fisiologia dos peixes ao analisar os tubarões, especialmente os corpos dos cações.
  10. O ecoturismo, com os tubarões como principal atração, tem estimulado as economias locais de países como Filipinas e Belize.
  11. Tubarões e homens já compartilharam um ancestral comum, por isso, nossos tecidos não são tão diferentes. Pesquisadores optométricos estão investigando a córnea do tubarão - um dia, ela poderá ser aproveitada em transplantes humanos.
  12. Em 2005, a Mercedes-Benz projetou um "carro biônico", inspirado no peixe-cofre e em outros peixes, incluindo tubarões. Por seu formato e tamanho, ele é um dos veículos com a melhor eficiência aerodinâmica.
  13. Os tubarões sempre atraíram multidões quando estão confinados na segurança dos aquários. Estas polêmicas exibições rendem milhões de dólares, mas parte dos lucros é revertido para projetos de conservação de tubarões.
  14. Muitos tubarões são carniceiros e se alimentam de plantas ou animais agonizantes, ou mortos. Eles ajudam a livrar os oceanos das carcaças em decomposição e de outros dejetos.
  15. A esqualamina, uma substância química extraída dos esqualos, parece ter a propriedade de matar bactérias e combater células tumorais. Este composto natural pode vir a ser incorporado nos tratamentos de doenças e infecções humanas.
  16. Os dentes dos tubarões, com sua grande variedade de formas, tamanhos e superfícies cortantes, são uma maravilha da natureza. Eles podem ter inspirado muitas ferramentas humanas, e algumas culturas chegaram a incorporarar os dentes e a pele de tubarão em seus objetos.
  17. Os tubarões possuem sentidos muito aguçados e muitas espécies conseguem enxergar no escuro, farejar uma presa oun sentir vibrações a longas distâncias. A análise destas capacidades pode conferir ao homem habilidades similares, por meio de dispositivos projetados a partir dos sentidos dos tubarões.
  18. Estudos recentes indicam que os tubarões são altamente inteligentes, com avançadas capacidades para resolução de problemas, grande complexidade social e uma curiosidade inata. Utilizando dispositivos que detectam atividade neuronal, os cientistas desenvolveram formas rudimentares de leitura dos pensamentos e sentimentos destes animais. No futuro, talvez possamos compreender melhor a nós mesmos aprendendo como outras criaturas inteligentes nos veem.
  19. Alguns tubarões, como o cação-de-espinho, parecem nunca dormir profundamente, já que conseguem nadar enquanto dormem. Pesquisadores continuam a estudar os tubarões na esperança de saber mais o que ocorre no cérebro durante os períodos de sono, o que pode levar ao tratamento de distúrbios do sono humanos.
  20. Pesquisadores estão fazendo experimetos com um novo novao revestimento para navios feito com escamas de tubarão. Devido a seu formato, tamanho e cerdas, as escamas evitam que algas e outros objetos se prendam aos tubarões, uma qualidade que os designers esperam incorporar aos navios.


Os 20 Maiores Tubarões do Mundo





Você acha que sabe o tamanho máximo que os tubarões podem atingir? 
Então dê uma olhada nesta lista.

  1. Tubarão-baleia
    Rhiniodon typus
    12,6 metros

  2. Tubarão-peregrino
    Cetorhinus maximus
    12,3 metros

  3. Tubarão-branco
    Carcharodon carcharias
    7,9 metros

  4. Tubarão-tigre
    Galeocerdo cuvier
    7,4 metros

  5. Tubarão Somniosus pacificus
    Somniosus pacificus
    7 metros

  6. Tubarão-da-Groenlândia
    Somniosus microcephalus
    6,4 metros

  7. Tubarão-martelo-grande
    Sphyrna mokarran
    6 metros

  8. Cação-raposa
    Alopias vulpinus
    5,4 metros

  9. Cação-bruxa
    Hexanchus griseus
    4,8 metros

  10. Cação-raposa Alopias superciliosus
    Alopias superciliosus
    4,6 metros

  1. Tubarão-boca-grande
    Megachasma pelagios
    4,4 metros

  2. Tubarão-martelo-de-ponta-preta
    Sphyrna lewini
    4,2 metros

  3. Anequim-preto
    Isurus paucus
    4,1 metros

  4. Tubarão-martelo-liso
    Sphyrna zygaena
    3,9 metros

  5. Tubarão Echinorhinus cookei
    Echinorhinus cookei
    3,9 metros

  6. Tubarão-fidalgo
    Carcharhinus obscurus
    3,9 metros

  7. Tubarão-galha-branca
    Carcharhinus longimanus
    4 metros

  8. Tubarão-mako
    Isurus oxyrinchus
    3,9 metros

  9. Tubarão-azul
    Prionace glauca
    3,8 metros

  10. Tubarão Eugomphodus tricuspidatus
    Eugomphodus tricuspidatus
    3,6 metros