terça-feira, 12 de julho de 2011

Crocodilo de 5,5 metros salta ao lado de barco de turistas na Austrália


Cena foi registrada em cruzeiro pelo rio Adelaide. Réptil chamado 'Brutus' é atraído por um pedaço de carne


Um grupo de turistas que passeava na semana passada pelo rio Adelaide, pouco mais de 100 quilômetros ao sul de Darwin, na Austrália, ficou espantado quando um crocodilo de 5,5 metros de altura saltou para fora  d'água e ficou ao lado do barco, segundo o jornal "Northern Territory News".




O réptil conhecido como "Brutus" é atraído por um pedaço de carne de búfalo que o guia oferece ao animal. O flagra foi feito pela fotógrafa Katrina Bridgeford, do "NT News". É possível observar na imagem que "Brutus" não tem uma pata. Segundo o jornal, o réptil perdeu o membro em um ataque de tubarão.
Saltos de crocodilos são a principal atração turística dos cruzeiros pelo rio Adelaide. Vários operadores prestam serviços ao longo do rio que é infestado de crocodilos.

Fonte: G1.com.br

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Comissão Baleeira Internacional discute ameaça do lixo plástico nos oceanos


DA FRANCE PRESSE, EM JERSEY





O lixo plástico na superfície dos oceanos é uma ameaça mortal para as baleias e os golfinhos. Este assunto, porém, ainda não foi explorado pela ciência, diz um estudo a ser apresentado na reunião da CBI (Comissão Baleeira Internacional), que começa nesta segunda-feira na ilha britânica de Jersey.
Em 2008, 134 tipos de redes diferentes foram encontrados nos estômagos de duas cachalotes que encalharam no litoral da Califórnia, Estados Unidos, e que provavelmente morreram de oclusão intestinal. Em 1999, na cidade de Biscarrosse (sudoeste da França), uma baleia de Cuvier encalhou com 33 kg de plástico no corpo.
Os cetáceos, como as tartarugas e os pássaros, têm grande dificuldade de digerir esses dejetos, cada vez mais numerosos, indica o estudo apresentado ao comitê científico da comissão visando à reunião de Jersey.
"A ameaça dos dejetos de plástico para inúmeros animais marinhos foi estabelecida há tempos, mas a ameaça para as baleias e os golfinhos é menos clara", considera o autor, Mark Simmonds, cientista-chefe da WDCS (Sociedade para a Conservação dos Golfinhos e Baleias), uma ONG britânica. "Mas já foi estabelecido que esses dejetos podem causar dano aos animais, seja porque os ingerem ou porque ficam enredados neles."
O PNUMA (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente) destacou em fevereiro, em seu informe de 2011, a forma com que milhões de dejetos plásticos ameaçam os litorais devido à utilização cada vez mais importante do plástico e de taxas de reciclagem ainda fracas.
A WDCS é favorável à assinatura pela CBI do Compromisso de Honolulu, um pedido internacional lançado em março no Havaí para incentivar os governos, associações e cidadãos a agir para reduzir os dejetos marinhos.

Brasileiro consome 30 quilos de plástico reciclável por ano, mostra pesquisa


Foram consumidas no país cerca de 5,9 mil toneladas de plástico, o que representa 50% a mais do que há dez anos. l Imagem: Urgabi

Cada brasileiro consome, em média, aproximadamente 30 quilos de plástico reciclável por ano, segundo a Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), o que representa 50% a mais do que há dez anos.
Os dados foram apresentados na última quinta-feira (7) pela pesquisadora Lucilene Betega de Paiva em um seminário na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp). Lucilene trabalha no Instituto de Pesquisa Tecnológica do Estado de São Paulo (IPT) e é especialista em plásticos.
Em sua participação no seminário, ela falou sobre a importância da reciclagem desse material. Segundo ela, a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) pode ajudar a “transformar um passivo ambiental em uma fonte de recursos financeiros”.
A PNRS foi o tema central do seminário na Alesp. O evento faz parte de uma série de debates preparatórios para a 12ª Conferência das Cidades, promovida pela Comissão de Desenvolvimento Urbano da Câmara dos Deputados.
A Conferência das Cidades ocorre todo ano, no segundo semestre. Em 2011, ela está programada para outubro e deve tratar também da PNRS.
A PNRS foi instituída por lei aprovada, sancionada e regulamentada no ano passado. Ela estabelece regras para a destinação do lixo produzido no país. De acordo com a PNRS, a reciclagem deve ser priorizada. Já o lixo não reciclável deve ser levado a aterros sanitários. Os lixões precisam ser fechados até 2015.
Dados da Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe), também apresentados no seminário na Alesp, mostram que o Brasil ainda precisa avançar para cumprir o estabelecido pela PNRS. Segundo levantamento feito pela entidade em 350 cidades que concentram quase metade da população urbana brasileira, 42% do lixo do país não receberam uma destinação adequada no ano passado.
Ao todo, foram 23 milhões de toneladas de lixo levadas para lixões ou aterros controlados, que não são ambientalmente apropriados. Para aterro sanitários, em que existem sistemas para evitar contaminação de água e solo, foram levadas 31 milhões de toneladas de lixo.
O deputado federal Manoel Junior (PMDB-PB), presidente da Comissão de Desenvolvimento Urbano, disse que a implantação da PNRS é um desafio para o país. As discussões durante seminários e na Conferência das Cidades, acrescentou, podem ajudar a adequar a destinação do lixo no país.
Vinicius Konchinski - Repórter da Agência Brasil

10 melhores maneiras de reciclar no escritório ou em casa.


Reutilizar material ou descartá-los de maneira correta é muito simples, basta seguir alguns exemplos e colocá-los em prática na sua vida cotidiana. Deste modo você poupa recursos e ajuda o meio ambiente. 

1. Compre papel reciclado. Imprima somente o necessário. Se for preciso, imprima dos dois lados. Depois que usar o papel ao invés de descartá-los, recicle-os. Reciclando uma tonelada de papel, você pode “salvar” 17 árvores, mais de 26 mil litros de água e mais de dois metros cúbicos de espaço em aterros sanitários.
2. Recicle sua tecnologia ultrapassada. De acordo com a EPA (Environmental Protection Agency), os norte-americanos jogam fora dois milhões de toneladas de lixo eletrônico por ano. O Brasil, de acordo com o Programa da ONU para o Meio Ambiente (Pnuma) é o país que mais produz lixo eletrônico entre os países em crescimento. Evite aumentar este número através da reciclagem de sua tecnologia ultrapassada. Para mais informações sobre reciclagem de eletrônicos, visite o site e-lixo (para quem mora em São Paulo) ou Made in Forest (para o Brasil). 
3. Tenha sempre uma lixeira de reciclagem disponível. Certifique-se de que sua casa e seu escritório estão equipados com lixeiras de reciclagem para papel, plástico, metal e vidro. Mantenha-os em campo aberto e rotule-os de forma adequada. Às vezes, o fator conveniência é tudo o que é necessário.
4. Recicle toner e cartuchos de tinta vazios. Quase oito cartuchos são jogados fora nos Estados Unidos a cada segundo por dia, o que significa 700 mil cartuchos diariamente. No Brasil existem empresas especializadas na recolha deste material e recarregamento do mesmo, inclusive existem fabricantes que fazem reciclagem de cartuchos, basta fazer a solicitação por email.
5. Se possível compre cartuchos remanufaturados. Cada cartucho remanufaturado mantém mais de um quilo de metal e plástico fora dos aterros e economiza cerca de quatro litros de petróleo.
6. Recicle jornais velhos que estejam pelo escritório. Quando terminar de ler o jornal, ou deixe-o para alguém ler ou recicle-o.
7. Procure por opções recicladas em todos os produtos que você compra. Não é apenas o papel que pode ser reciclado. 
8. Compre baterias recarregáveis. O tempo de vida de uma bateria recarregável iguala-se a mil baterias comuns. Quando você descartar suas baterias, procure um ponto de coleta próximo à sua casa e dê uma destinação correta.
9. Use pendrives ou HDs externos para salvar projetos. Se for necessário comprar CDs ou DVDs, compre os regraváveis​​ para que possam ser utilizados mais de uma vez.
10. Reutilize seu copo de café. Ou melhor ainda, compre uma caneca para evitar o desperdício causado por jogar fora o plástico ou isopor.


Fonte: CicloVivo