segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Fotógrafo flagra tubarão branco saltando fora d'água para pegar presa

O fotógrafo britânico Dan Callister conseguiu flagrar o exato momento em que um tubarão branco enorme saltou fora d'água para capturar uma presa na semana passada em False Bay, na África do Sul. Pelas imagens, especialistas acreditam que o animal tenha entre 3,5 metros e 5 metros de comprimento, segundo reportagem do jornal inglês "Daily Mail".



Cena foi fotografada pelo britânico Dan Callister.
Animal tem entre 3,5 metros e 5 metros de comprimento.




Incrível: Estas imagens captadas ao largo da costa da África do Sul mostram o quão brutal um grande tubarão branco pode ser que voa para fora do mar com uma vedação entre suas mandíbulas


O meio ambiente é UNO, não importa se acontece na China ou na esquina. Todos devem se preocupar.

Ontem um amigo me perguntou:
Com que intuito você mantém este Blog?
Porque você se interessa por estas questões, já que não é Bióloga.


Pensei cá com meus botões:
Será que, só quem respira é o Biólogo?
Será que, só quem precisa dos oceanos é o Biólogo?
Será que, só quem defende a vida é o Biólogo?
Precisa ter graduação específica para lutar por algo em que se acredita?

O meio ambiente não é graduado, segmetado, entitulado.
Ele é uno.


Se fazem algo contra o meio ambiente lá do outro lado do globo, afeta o mundo inteiro.
É tão difícil compreender que o meio ambiente não é só o quintal de casa?


Há muitos anos atrás eu parei de conversar sobre estes assuntos, porque desenvolvi um projeto 
quando estagiava em um orgão público ligado ao meio ambiente.
E meu projeto, por ser de baixo custo, eficiente e não encher o bolso de nenhum político.
Foi engavetado.
Naquela época eu era mais nova, achava que ia mudar o mundo em um ano.
Adoeci de tanta decepção...
Deixei de discutir estes assuntos porque sou apaixonada demais, sou sempre 8 ou 80.


De uns meses para cá..voltei a observar como as coisas se encaminham..
Hoje com uma filha Bióloga se especializando em Biologia Marinha.
Voltei a conversar sobre o assunto.
Comecei a ser convidada para dar aula de reciclagem novamente.


E minha proximidade com uma pessoa que se considera "ecochato".
Acabou por soprar esta fagulha.


E estou eu aqui novamente, depois de anos, apaixonadamente discutindo assuntos que deviam interessar a todos que não se preocupam somente com seu próprio umbigo.


por Gisele Pontes
em 09 de agosto de 2010

Marketing incentivando o meio ambiente - Toda ação benéfica é válida.

Toytota promove plantio de árvores em cidades brasileiras

Municípios que têm unidades da montadora ganharão homenagens em seu aniversário


A Toyota do Brasil e a Fundação Toyota do Brasil lançam uma ação de plantio de árvores em três cidades onde há unidades da montadora no país. A iniciativa tem o objetivo de celebrar os aniversários de Indaiatuba e São Bernardo do Campo, em São Paulo, e Guaíba, no Rio Grande do Sul. Os moradores dos municípios serão convidados a entrarem no hotsite da ação e deixarem mensagens de homenagem às cidades. Cada recado valerá o plantio de uma árvore em locais públicos com patrocínio da Toyota, realização da Arvorar e parceria com as Prefeituras Municipais.
No fim da ação serão selecionadas 200 mensagens de cada cidade para compor um anúncio. O primeiro hotsite no ar é o de São Bernardo do Campo. As páginas de Guaíba e Indaiatuba entrarão em operação nos meses de setembro e novembro.

domingo, 8 de agosto de 2010

Biólogos fazem expedição para ver baleias em local inédito no mar do ES.


Grupo sai de Caravelas (BA) e segue para arquipélago de Trindade (ES).
Observação de baleia jubarte será feira a 1,3 mil km da costa brasileira.

Glauco AraújoDo G1, em São Paulo

Baleia Jubarte é observada em Abrolhos, em julho deste anoBaleia jubarte é observada em Abrolhos(BA), em
julho deste ano (Foto: Banco de Imagens Instituto
Baleia Jubarte)
Um grupo de seis biólogos e pesquisadores da Bahia e de Santa Catarina vão partir, na terça-feira (10), em uma expedição para observar baleias jubarte na costa brasileira. O destino final da viagem, que tem previsão inicial de durar 20 dias, será o arquipélago de Trindade, no Espírito Santo. O ponto é considerado pelo grupo como local inédito de observação das baleias.
A embarcação sairá de Caravelas (BA) com dez pessoas, entre tripulação e pesquisadores, e deve chegar ao arquipélago depois de cinco dias de navegação por cerca de 1,2 mil quilômetros. "Optamos por esse local depois de ouvirmos relatos de pescadores e de pessoas que passaram pelo arquipélago e nos comunicaram terem visto baleias jubarte. Em 22 anos de pesquisa, é a primeira vez que temos informação sobre a aparição de baleias naquela região", disse Leonardo Wedekin, biólogo e pesquisador do Instituto Baleia Jubarte (IBJ).
A pesquisa de campo vai incluir mergulhos para identificar e catalogar a fauna marinha, além de analisar o comportamento de cetáceos como a própria baleia jubarte, cachalotes e golfinhos. "Na região, há  uma cadeia de montanhas submersas. Acreditamos que essa característica possa permitir que a gente encontre muitos animais, incluindo até tartarugas marinhas", disse Wedekin.
O grupo de pesquisadores está dividido em quatro biólogos, um engenheiro e um cinegrafista especializado em registrar atividades subaquáticas. "Em terra, os equipamentos, medicamentos e demais suprimentos já foram checados. A embarcação chega a Caravelas neste domingo [8]. Quando estivermos na água, vamos identificar os pontos de visualização das baleias para depois fazermos a identificação delas pelas marcas naturais. A nossa abordagem de pesquisa é diferenciada, pois não instalamos nenhum tipo de aparelho ao corpo dos animais", afirmou Wedekin.
Pesquisadores farão pesquisa na região do arquipélago de Trindade para visulaizar baleias Jubarte. Na imagem acima, animal foi flagrado em AbrolhosPesquisadores farão pesquisa na região do arquipélago de Trindade para visulaizar baleias jubarte. Na imagem acima, animal foi flagrado em Abrolhos (Foto: Banco de Imagens Instituto Baleia Jubarte)
O pesquisador explicou que essa estratégia de identificação é suficiente pelo arquivo de imagens que o IBJ tem das baleias que circulam pelas águas brasileiras. "Temos mais de três mil baleias cadastradas. Por isso não será difícil saber se as baleias que já pesquisamos também circulam pelas águas do arquipélago [de Trindade]", disse Wedekin.
Os biólogos esperam coletar amostras de tecido para posterior confecção de um laudo genético. "Além das marcas físicas de cada uma delas, vamos analisar o DNA em um cruzamento com as informações que temos das três mil baleias em nosso registro. A ideia não é identificar a rota que elas fazem, mas até teremos como estabelecer isso", afirmou o pesquisador.
A viagemA expedição sai de Caravelas até o arquipélago de Abrolhos. O trajeto deve ser feito em quatro horas, segundo os pesquisadores, já que o barco, que tem dois motores e é munido de velas, navega a uma velocidade média de 20 km/h (cerca de 10 nós).
No dia seguinte, a equipe segue para o primeiro ponto, próximo da região de montanhas submersas, a 155 milhas náuticas de Abrolhos, o que equivale a aproximadamente 280 quilômetros de distância.
No terceiro dia de viagem, os pequisadores pretendem passar por outros cinco pontos previstos para mergulhos e visualização de baleias, em um trajeto de 217 milhas náuticas, cerca de 390 quilômetros.
No quarto dia, o grupo passa por mais dois pontos com rochas submersas. O trajeto tem 201 milhas náuticas, cerca de 360 quilômetros. O último estágio da viagem até o aquipelágo de Trindade deve demorar aproximadamente dez horas, em uma navegação de 86 milhas náuticas, cerca de 154 quilômetros.
A partir daí, o grupo vai ficar embarcado por dez dias, quando espera fazer os registros inéditos de baleia jubarte, perto do arquipélago de Trindade. A expedição inicia o retorno à costa baiana no dia 24, com chegada prevista a Caravelas em 29 de agosto. "Esperamos desenvolver algum plano de preservação da área do arquipélago de Trindade, principalmente se confirmarmos a presença de baleias jubarte por lá. Já temos registros de caça submarina no local e isso pode comprometer a vida marinha", disse Wedekin.
 O mapa traz informações do Instituto Baleia Jubarte.